Enfim, comunicador

Sim, é chavão escrever isso, mas não posso resistir à batida canção “foi pouco tempo mas valeu, vivi cada segundo…”. Aos meus pais, amigos, família… em especial, à Fê que estava de arrasar em todos os sentidos, gente cuja presença, companhia e carinho são extremamente importantes pra mim, meu muito obrigado!

Abaixo, como prometido (e com certo atraso pela não colaboração de alguns softwares necessários pra isso) as fotos da noite da formatura e o texto que, juro, escrevi para homenagear todos vocês.

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

HOMENAGEM

Li essa semana uma antigo ditado popular que diz que vemos através dos olhos das pessoas o reflexo de suas almas. Daqui da frente, vejo que os olhos de toda a platéia brilham pra nós. E nós sabemos porque brilham.

Eles brilham porque essa noite representa uma conquista pra todas as famílias e amigos que acreditaram no potencial de cada um que se forma. Muito além de nós mesmos, aqui, somos o resultado de pais amáveis e dedicados, de amigos que mudaram até mesmo detalhes de nossa essência, de amores e paixões marcados à fogo em corações sonhadores… Somos o reflexo de grandes mestres, de sábios tutores… Somos a conseqüência das oportunidades e escolhas que tomamos… Somos aprendizes, eternos aprendizes, pois olhando pra essa imensidão de olhos brilhantes, percebo que ainda temos muitas histórias para ouvir, exemplos pra se inspirar e felicidade pra compartilhar.

É bastante pertinente em um momento como esse relembrar a sabedoria de um de nossos antigos gênios. Leonardo Da Vinci, iluminista que há 500 anos vem transformando o mundo em um lugar melhor, disse a um de seus amigos: “Quanto mais conhecemos, mais amamos”.

Gosto de refletir sobre essa frase e projetar o conhecimento como um objetivo irresistível e o amor como uma sincera relação. É um círculo virtuoso: quando conhecemos, passamos a amar, e quando amamos, queremos conhecer mais.

Conhecer as pessoas para amá-las, para compreendê-las. E conhecendo as pessoas, inevitavelmente amamos a sociedade, a sabedoria e todas as demonstrações coletivas de afeto, as culturas que, em sua singularidade, sustentam nossas identidades. Sustentam o que somos… E continuamos a querer conhecer sempre mais. E amar mais… 

Arrisco dizer que a essência da vida são essas duas palavras: conhecer e amar. Conhecer nos faz querer ir mais longe, nos inspira, e o amor nos faz estender o olhar e as mãos sem buscar nada em troca senão um sorriso e um pouco de amor também. 

Nossa homenagem hoje é a todas as pessoas que caminham ao nosso lado, cujo amor nos sustenta, ensina e estimula. Resolvemos resumi-la em três palavras que brotam, com sinceridade, do coração de cada um: nós amamos vocês!

Portanto, se o conhecimento é mesmo irresistível como acredito que seja e o amor é sincero como idealizamos, então Da Vinci tem plena sabedoria ao afirmar que, “Quanto mais conhecemos, mais amamos”

Saco Mágico

Um hotsite promocional muito divertido. Saco Mágico: um prêmio surpresa a cada dia… pra participar, basta acessa www.sacomagico.com.br e twitar uma resposta crativa pra pergunta do dia…

A nova linha de produção do jornalismo

Esse texto foi publicado no blog da Superinteressante. Me bateu uma pontinha de medo!

Entregar a produção jornalística nas mãos de pessoas sem preparo acadêmico é complicado… Não?

 

Editorial em atacado

Por Rafael Kenski

Enquanto jornais e revistas tradicionais não descobrem como ganhar dinheiro na internet, outras empresas estão crescendo fazendo algo bem parecido com jornalismo. Elas receberam o apelido pejorativo de content farm (fazendas de conteúdo) pelo modo como industrializam a produção de notícias, tiram qualquer glamour da profissão e pagam salários baixíssimos aos seus profissionais. Com isso, geram tanta polêmica quanto lucro. A Demand Media , o maior exemplo do gênero, planeja para breve um IPO que deve gerar 1,5 bilhão de dólares, gerados produzindo notícias e vídeos para em uma rede de sites que inclui Cracked e eHow.com. O diretor de parcerias do Youtube chamou a empresa de “O Henry Ford da produção de vídeo”. Mas o ex-colunista do Wall Street Journal Jason Fry tem outra opinião sobre o processo: “Se você quiser saber como o jornalismo vai acabar, olhe para a Demand Media”.

Existe, no entanto, um bocado de empresas nesse mesmo caminho. Em resumo, elas praticam uma mistura de análise de tendências na internet com crowdsourcing (a prática de terceirizar funções de uma empresa para uma multidão de colaboradores online). Para conhecer melhor esse novo modo de produzir conteúdo para a internet, olhe para os dois pilares que sustentam as content farms:

1) Fazer conteúdo MUITO barato

Até os grandes jornais já perceberam que, para ganhar dinheiro na internet, é preciso produzir muitos textos, fotos e vídeos. A revista Forbes divulgou nessa semana que todos os seus jornalistas são obrigados a manterem um blog na internet. Não é tão diferente de grande parte das revistas brasileiras, que mesmo sem uma regra dessas, abre blogs para quase toda a redação como algo que eles precisam se preocupar entre uma matéria e outra.

A Demand Media, no entanto, tem um modelo ainda mais agressivo: elas simplesmente colocam assuntos e pautas online e fazem pequenos pagamentos – muito abaixo da tabela dos jornalistas – para quem trouxer aquele conteúdo. O resultado, produzido com pressa por um exército de 10,000 freelancers avaliados por um questionário, costuma ter bem menos qualidade do que o tradicional do jornalismo, mas isso importa pouco para a empresa. O objetivo é que esses vídeos e textos sejam apenas “bons o suficiente” para gerar cliques e vender anúncios.

Outro modelo é investir em blogueiros. A Examiner.com tem 42.000 escritores em mais de 400 cidades nos Estados Unidos, produzindo principalmente notícias locais. Já na Associated Content (comprada recentemente pelo Yahoo), não é preciso passar por qualquer avaliação para se tornar um colaboradores. O resultado: 380.000 produzindo 50.000 textos ou vídeos por mês.

2) Escrever sobre o que as pessoas estão buscando

Em uma redação tradicional, editores definem o que é notícia a partir do que acham importante ou do que imaginam que o leitor queira ler. Em fazendas de conteúdo, quem define as pautas é o software. Na Demand Media, um programa analisa os assuntos mais comentados em buscas na internet, por anunciantes e pela concorrência e gera com isso um rascunho de título para a matéria. Dois editores ganham, cada um, oito centavos de dólar para editar essas pautas e enviar para um site onde outros colaboradores vão se candidatar para produzi-los. O Yahoo/Associated content tem um sistema quase idêntico, com a diferença de que os editores são contratados, e não free-lancers.

FONTE: www.superinteressante.com.br

Everybody hurts

Sabe aquele soco moral no esômago? Ao som de “todo mundo se machuca”, a TAC (Transport Accident Comission – comissão inglesa para conscientização no trânsito) passou uma mensagem bem clara sobre como as coisas acontecem no trânsito…

O vídeo é forte, muito forte, mas parece ser uma das únicas saídas pra dialogar com os motoristas de hoje em dia…

No e-mail que recebi falando sobre o video e trazendo o link pra visualização, dizia que a campanha foi veiculada ainda na decada de 90 na midia da Inglaterra e seu efeito foi a redução de 40% dos acidentes. Será que rola algo assim na rede Globo?

Soul sister

Simplesmente viciante o novo CD que baixei há poucos dias atrás. “SAVE ME SAN FRANCISCO”, da banda norte-americana Train, tem uma batida indie rock (eu acho que é isso) muito legal… As letras são descontraidas e as musicas combinam com minha pré-independência da universidade… =D

“Comprei” o album aqui. Baratinho, em torrent… Outro hit que to curtindo é “If it’s love”.

Procura-se uma gráfica

Boas expectativas… resolvi fazer uma revista… 50 paginas de jornalismo de entretenimento e cultura. Fotos, cor, design… Sabe aquelas revistas que dá gosto dedicar algumas horas folheando?! Pois é…

E o melhor? Distribuição gratuita!

Mais informações em breve… agora, estou procurando uma gráfica boa! Empolgado!

Spinoza, o polvo vidente, o gol do meu padrasto e um anjo chamado Chica

Sabe aquele computador que você fica paquerando na vitrine e visita todo dia na internet? Recentemente eu comprei um. E hoje ele me levou a uma das experiências mais diferentes e inacreditáveis que minha vida de pouco mais de vinte anos já presenciou. No tal notebook, um pedaço da minha vida: milhares de fotos de tempos com amigos que já seguiram outros caminhos, músicas pra ouvir por mais de um mês sem repetir nenhuma, trabalhos pra pagar meu aluguel no final do mês e um texto de quase trinta páginas que vou apresentar como TCC pra concluir a faculdade.

É aí que a história começa…

A tarde, no escritório, rompi o clima de concentração de todos ao perguntar:

- Alguém sabe o que tem a ver um polvo com a Dilma Roussef?”.

Não entenderam. Tentando ser mais explicativo, mostrei uma ilustração que havia recebido por e-mail, com uma charge política que envolvia desenhos dos candidatos à presidência e um polvo esquisito.

- Ah, esse o o polvo vidente – comentou minha chefe. – Num bar, lá na Alemanha, tem um aquário com um polvo que adivinha os times que vão ganhar nos jogos da Copa – explicou ela, afirmando que era tudo que sabia sobre o assunto.

Fiz uma viagem mental que mais pareceu um daqueles devaneios, quando olhamos pra um ponto fixo que, na verdade, representa lugar nenhum e deixamos nossa mente voar perdida e sem rumo. No itinerário, não sei explicar por que, o tal polvo me lembrou uma matéria que li sobre Spinoza. Spinoza, em poucas palavras, foi um filósofo belga com origem lusitana que desenvolveu uma teoria fundamentalista capaz de abalar o pensamento do século XVII. Ele dizia que tudo estava cosmicamente interligado.

Ate aí, assim, como você, eu achei a matéria idiota. Pareceu papo de charlatão. Mas a explicação continua: tentando buscar a Deus para fortalecer sua fé, Spinoza acabou analisando e vislumbrando a própria humanidade.

Finalmente, ele chegou à seguinte fundamentação: assim como as células de nosso corpo são únicas mas, separadas, não são capazes de formar nosso corpo, o universo também é formado por partes interconectadas que pulsam vida. Essas partes, seja eu, você, a natureza ou qualquer ínfimo detalhe que contribui para a harmonia da vida na Terra, estão diretamente relacionadas no equilíbrio do que chamamos de paz.

- Talvez seja por isso que o polvo consegue adivinhar quem ganha a Copa – brinquei. – Estamos conectados…

Foi um devaneio longo, concordo. Mas me lembrei dele diversas vezes enquanto meu padrasto acelerava a carro a mais de 150 km/h atrás do ônibus onde, completamente sonolento, com pressa e bravo pela chuva que não parava, eu havia esquecido a mochila com meu computador e, por tabela, parte da minha vida.

Ele, meu padrasto, tinha um jantar com os irmãos. Mas não se acomodou em me ajudar quando dei por conta que a mochila não estava do lado da mala com roupas sujas que todo final de semana eu levo de presente para o entretenimento matutino de minha mãe em cada novo sábado. Só percebi o esquecimento quando já estávamos quase chegando em casa. Corremos, de volta para o asfalto, atrás de parte da minha vida que ficar no ônibus.

Liguei pra minha mãe. Contei a história e, confesso admirado, não levei nenhuma das esperadas admoestações. No lugar de “e onde estava com a cabeça?”, ela buscou ajuda e fez diversos contatos – orações, ligações, etc – para encontrar, em rodoviárias ou paradas de ônibus, alguém que pudesse ajudar.

No asfalto, voando atrás do ônibus, também eu tentava contato quando o sinal do celular permitia. Recebi uma ligação.

- Jean, consegui – disse minha mãe. – Falei com uma tal de Chica, lá em Saldanha Marinho. Ela trabalha na rodoviária e vai pegar a mochila pra você.

Um detalhe importante: corroborando com a chuva e o estado de espírito não muito alegre, tive que vir de Ijuí a Panambi em pé, num ônibus lotado e abafado. Motivo esse pelo qual eu não tinha acento marcado e, justamente por isso, também não era capaz de informar com precisão a que altura do bagageiro eu tinha deixado a mochila. Só sabia que ela era preta – uma informação particularmente inútil.

Meu padrasto e eu, enfim, chegamos em Saldanha – uma cidade na qual eu nunca havia estado antes – e procuramos a rodoviária. Uma noite tipicamente fria e chuvosa de inverno havia soprado da rua todas as possíveis pessoas a quem podíamos pedir informação. De repente, uma moça simpática atravessa a rua em nossa frente e, serenamente, informa que estávamos bastante perto.

Quando chego na rodoviária, provavelmente com uma cara que juntava expressões de nervosismo, susto e uma grande dose de panaquice, peço pela Chica. Era a moça com quem eu falava, que sorriu: – Você deve ser o Jean.

Dela, eu sei somente o fato que trabalha na rodoviária de uma cidade que dorme incomunmente cedo no inverno. De mim, ela deve saber, a julgar pelo cartão de visitas que minha mãe pediu que identificasse dentro da mochila, que trabalho com comunicação e que sou alguém muito desligado.

Do meu padrasto eu conheço um pouco mais, pelos cerca de três anos que convivência. E, da minha mãe, dessa eu conheço muito, mas a cada dia que sinto saudades lembrando de como é “morar da casa da mãe”, percebo que careço conhecer um pouco mais.

Porque citar os personagens de uma aventura não esperada num texto que se encaminha pro final? Me desculpem a metáfora, mas é porque estamos tão conectados quanto Spinoza e o polvo.

Sério: percebi, num esquecimento que virou uma grande lição, como dependemos de pessoas culturalmente tão diferentes mas humanamente tão idênticas para conseguir equilíbrio, paz, tranqüilidade. Percebi isso quando Chica se recusou insistentemente em aceitar o dinheiro que ofereci para pagar pela ajuda. Isso se chama ética, e depois, me envergonhei de tê-lo oferecido. Percebi isso quando meu padrasto se recusou em me deixar abastecer o tanque do carro como agradecimento. Isso se chama amizade. Percebi isso, por fim, na desesperada ajuda de minha mãe em restabelecer a parte da minha vida que havia ficado no disco rígido do computador que partira sem mim. Isso se chama amor, uma pequena amostra, eu sei, do que ela é capaz de fazer por mim.

Como agradecer, então? Resolvi escrever. Escrever um bilhete com estas palavras que deixei no quarto de minha mãe antes de sair. Escrever e imprimir tais palavras, para remetê-las em uma carta pelos correios à uma desconhecida Chica no endereço da rodoviária de Saldanha Marinho. Finalmente, escrever pra postar uma experiência inusitada em meu blog.

Acredito que, sim, estamos conectados uns aos outros de modo que seria impossível viver em paz sem outras pessoas por perto para compartilhar esperanças e sentimentos de querer bem. E, no fim das contas, acredito que isso é ter fé.

Street Wedding

Um link leva a outro, que leva a outro… e outro mais… e, fugindo da minha detestavel monografia, cai no site Street Wedding… um novo conceito em experiencia fotografica, experiencia matrimonial, exmperiencia! Ta aí uma palavra que tem me chamado cada vez mais atencao como sinonimo de inovacao.

Como o wordpress nao linka videos do vimeo, da uma olhada nas fotos e, se quiser ver um programa super legal, clique aqui.

Apaixonado por fotografia que sou… nao podia deixar de me impressionar por essas fotos. Agora, Fe e eu estamos a escolha de um lugar pro nosso Street Wedding… =)

Everybody hates vuvuzela

Muito massa o video abaixo… uma parodia do Senhor dos Aneis… “quando a copa do mundo chegar a Terra Media” foi sensacional…

Bandeira ao vento…

Cara, que musica chicle essa que a coca-cola fez pra Copa do Mundo. Ela é ótima, sensacional… depois que voce ouve uma vez, quer continuar ouvindo.. replay constante.

O Skank voltou pro top hits mas, ca entre nos, voce ja ouviu a versao original? A letra é, de longe, mais rica… confira:

Agora, quer uma melhor ainda? Ai ta a very very original…

Próxima Página »


Agenda

setembro 2010
D S T Q Q S S
« ago    
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Twitter